Como construir um minifliperama com 12 jogos

Alguém lembra do Mundo de Beakman? Então, se ele ensinasse as crianças a construir um Minifliperama, nos meados dos anos 90, eu acredito que seria o maior Ibope da história nacional.

Eu sempre quis ter um fliperama =/ hauhaua

Via Gizmodo Br

Add comment 9 09UTC fevereiro 09UTC 2010

Mídia, mídia, mídia…

Mídia é um tema complicado e parece que a discussão não leva à lugar nenhum. O mais legal, que eu acho, é ver que o futuro da mídia está sendo discutido em diversos meios “midiáticos”. O mais chato, que eu acho, é ver uma galera que parece estar em busca de “formulinhas”, para salvar os seus negócios, com um medo absurdo da reinvenção.

Há um mês eu terminei um projeto para um clube de Rugby. Neste projeto, eu e o meu grupo, procuramos aplicar um pouco dos estudos sobre  transmedia (ou o que entendemos depois de lermos os estudos rsrs). Quem Já leu alguma coisa sobre transmedia sabe da importância que é esquecer os conceitos antigos de mídia e tentar aplicar novos pontos de vistas sobre o que é mídia. Durante o projeto eu procurei uma definição legal. Queria mostrar como nós estávamos olhando qual seria o nosso ponto de vista com relação as mídias, dai, pensamos e pensamos, chegamos a uma definição meio torta, mas conseguimos ser compreendidos. No entanto lendo algumas coisas eu encontrei um trecho em um post no blog da Agência click que resume exatamente o pensamento que aplicamos no projeto.

” A audiência como mídia e a mensagem como elemento integrador

As pessoas são o meio e elas é que precisam ser discutidas. As mensagens só serão adotadas e propagadas se gerarem envolvimento e por isso devem conter elementos que estimulem o compartilhamento.”

Neste post o João Batista Ciaco e  a Ana Paula Cortat falam das tendências para 2010. O post é bem legal. Então, eles sintetizaram em poucas frases uma visão bem interessante que compartilho também, mas que não consegui expressa tão bem.

Nessa discussão sobre o futuro das mídias eu acho que quem deu a melhor saída até agora foi o Henry jenkins, afinal de contas  ele conduz os estudos sobre mídia no MIT, ou seja, grande parte do seu tempo é focado em estudar e analisar como as mídias interagem com a sociedade. Ele conseguiu uma definição interessante, sobre este futuro, onde eu concordo até o meu último fio de cabelo. Por isso as aspas finais são dele com seu Cultura da Convergência:

“Se o paradigma da revolução digital presumia que as novas mídias substituiriam as antigas, o emergente paradigma da convergência presume que as novas e antigas mídias irão interagir de formas cada vez mais complexas.”

Acho que é isso. Acredito que o primeiro passo para lidarmos melhor com as mídias é perceber que tudo pode ser utilizado como mídia. A grande jogada, talvez seja, expandir o campo de visão quando o assunto é este. Se você considera uma simples conversa como uma pontecial mídia, eu acredito que já seja um com começo. =)

Add comment 28 28UTC janeiro 28UTC 2010

Playboy – Pesquisa derruba mitos

Aspas retiradas do site do CCSP. Matéria sobre os mitos do mercado pornográfico brasileiro.

Link – [ http://ccsp.com.br/ultimas/noticia.php?id=43746 ]

A matéria segue abaixo:

“Canais de conteúdo adulto são consumidos por homens. As poucas mulheres que gostam de assistir querem filmes que tenham histórias mais bem elaboradas e não somente sexo. Canais à la carte ou em pay-per-view são produtos destinados para os públicos das classes A e B.

Essas são máximas que sempre acompanham o raciocínio da maioria das pessoas quando o assunto é canal erótico na televisão brasileira.

Mas uma pesquisa da Playboy do Brasil Entretenimento, realizada pelo Instituto Quantas no segundo semestre do ano passado, derruba esses ‘mitos’ de uma só vez.

É uma pesquisa reveladora. Há cinco anos tivemos uma sinalização de que as mulheres também se interessavam por este conteúdo. Desde então, fizemos um trabalho de aproximação com o público feminino, criando programas específicos para elas. Agora, para nossa surpresa, elas são a maioria dos nossos assinantes”, diz o gerente-geral da Playboy do Brasil, Maurício Paletta.

Das 600 pessoas entrevistadas no Rio de Janeiro e em São Paulo e que assinam ao menos um dos seis canais da empresa, 51% são mulheres. É uma evolução de 10% em relação ao ano de 2005, quando a primeira pesquisa – só do canal Sexy Hot – foi realizada.

Outro item de destaque é sobre o conteúdo do canal. Em 2005, o pedido era por filmes mais leves e informativos, com enredos que envolvessem o telespectador com a trama. Na pesquisa atual, os telespectadores querem mais ação e histórias que satisfaçam suas fantasias, como, por exemplo, cenas de um homem se relacionando com várias mulheres e vice-versa – a fantasia mais citada pelos entrevistados.

A enquete revelou ainda enorme evolução entre os assinantes da classe C. Em  2005, a parcela desse público entre os assinantes de canais de conteúdo adulto era de 9%. Hoje, são 16%, quase o dobro. “A razão desse aumento é conseqüência da penetração da TV por assinatura nesse setor. Nossos canais são atrativos e, quem pode, quer assistir”, analisa  Paletta.

Apesar dessas novidades, a pesquisa confirmou alguns itens já revelados em 2005. Os principais motivos para assinar os canais da Playboy do Brasil são o anonimato e a privacidade. Ou seja: o fato de não ter que ir a locadoras nem de que outras pessoas saibam que ele é consumidor de conteúdo adulto. “Isso é um clássico. Tanto que há anos nossa fatura mensal não identifica a Playboy do Brasil e nossos produtos chegam em embalagens discretíssimas, desassociadas completamente de conteúdo adulto”, conta Paletta.

Outro item que se mantém é que os consumidores preferem assistir aos canais adultos acompanhados: 65% dos assinantes curtem a programação com o parceiro (a). Em 2005, eram 54%. A pesquisa anterior já havia revelado que grande parte dos assinantes tinha relação estável e filho(s). O costume é assistir o canal sem som para não acordar os pequenos.”

Add comment 17 17UTC janeiro 17UTC 2010

Relevância nas mãos de quem?

Ainda pretendo falar mais sobre relevância aqui no blog,  mas essa ação me chamou a atenção, então acho que é uma boa oportunidade para falar sobre este assunto.

Não sei qual foi a agência que concretizou a ação, então fica complicado dar os créditos.

Eu gostaria muito de saber o retorno dessa ação. A utilização de mídia foi fantástica, mas eu gostaria de saber onde a ação foi executada. A idéia é bem interessante, mas talvez essa peça tenha me chamado a atenção justamente por causa da sua relação com a relevância. Palavra essa que faz cada dia mais a gente se perguntar se estamos executando as coisas do modo certo.

Às vezes pinta aquela puta idéia que integra o twitter com as diversas plataformas existentes, mas dai você percebe que o seu target está mais interessado no orkut e dai tudo vai pro água abaixo (exemplo bobo).  Essa é a tal da relevância que eu falo. Tenho poucas informações sobre a ação, mas fiquei me perguntando qual seria o limiar entre uma boa idéia e uma idéia eficiente? Pergunta antiga, né? Mas parece que ainda procuramos a resposta.

Quantas vezes você já viu uma agência querendo bancar um projeto que não foi aprovado pelo cliente? Eu sei que é duro ver um idéia, que você acha interessante, em uma gaveta, mas qual seria o verdadeiro ideal de uma agência para bancar uma idéia?  Mais um prêmio? Provar o seu valor?

Será que as agências estão forçando uma relevância ou os clientes estão julgando demais o que é relevante? Sempre achei que estava na mão do consumidor julgar o que é relevante. Mas fiquei confuso e decidi perguntar, quem está julgando o que é relevante?

A relevância se tornou um ponto de vista?

Add comment 5 05UTC janeiro 05UTC 2010

A publicidade apostando na arte

Sempre fui fascinado por arte, seja lá qual for a forma de expressão. Sempre me esforcei para entender os processos e estilos, além da imensa história. Uma vez, logo quando entrei na faculdade, tive plena certeza que os anos vendo TV e observando as coisas seriam de extrema utilidade para essa nova fase na minha vida. Foi assim com a arte também, eu sempre achei que poderia de alguma forma engajar o que eu havia demorado tanto tempo para aprender. Hoje com os estudos de mídias se aprimorando e cada dia mais as pessoas trafegando sobre diversas plataformas, fez com que os publicitários procurassem se aprimorar em prender a atenção dos seus possíveis consumidores nos seus assuntos, e nada melhor do que uma boa história para prender a atenção das pessoas. Foi assim que começou todo esse lance de Transmedia e Storytelling. Foram lá os senhores publicitários e comunicólogos para uma busca insaciável por ciências e referências que soubessem contar histórias e envolvessem as pessoas, foi aí que eles esbarraram nos diversos tipos de arte.

Há muito tempo atrás se discutiu se publicidade era arte. Sempre achei que essa discussão não iria levar à lugar algum. Mas hoje eu vejo que não existe essa linha entre publicidade e arte, na verdade eu acho que arte está em tudo, desde que exista um raciocínio por trás. Acho que o vídeo desde post fala bastante. Não consegui diferenciar o que é arte do que são estudos focados em publicidade, por isso acho que as coisas se misturaram de uma forma que devemos procurar entender e utilizar e não voltarmos à velha discussão se existe ou não uma linha entre as duas coisas.

Hoje eu vejo que a arte, e sua contemporaneidade, acabou ajudando, nós publicitários, a como contar histórias e a como desenvolver um verdadeiro processo criativo, além de nos lembrar que a gestalt existe e é necessária (e é mais profunda do que achamos), pois do outro lado, de qualquer mídia, não existe pedras, mas sim pessoas que querem chegar a respostas e conclusões sozinhas.

O legal é ver agências que eu admiro apostando nesse pensamento!
http://www.goodbysilverstein.com/#/beliefs

more about “A publicidade apostando na arte“, posted with vodpod

Add comment 2 02UTC dezembro 02UTC 2009

Por trás da cena: Tim Burton no MoMA

Sempre é bom ver algum artista falando sobre o seu processo criativo.

Via: SwissMiss

Add comment 21 21UTC novembro 21UTC 2009

Volkswagen APG Creative Strategy Awards 2009

” The most importante thing to remember is that creating a beautifuly simple experience is incredibly complex.”

Essa é uma das últimas frases usadas para fechar o case. Faz sentindo quando estamos falando de pessoas, não? Como diria Russell Davies:

“Brands are complex.”

Se marcas representam produtos para que as pessoas possam consumir e o consumo é uma forma de expressão desses pessoas… pessoas também são complexas assim como as marcas? Eita… faltou lógica, né? Deixa pra lá…

Achei esse case bem interessante. Vale muito a pena uma lida, além disso vale também pensar bastante sobre.  É como diz mais umas da últimas frases do case: Quando você está tentando criar uma experiência úncia, um pensamento apenas nunca é o bastante.

Via: Blog do GP

Add comment 6 06UTC novembro 06UTC 2009

Culto à velha propaganda

Esses dias eu fiquei pensando em como deveria ser viver nos tempos da “antiga propaganda”. Hoje nós misturamos um pouco de tudo e cada dia menos eu vejo a propaganda com um formato.  Essa falta de definição é o que mais me fascina, acho legal ter oportunidade de buscar interações que tornem as relações entre pessoas ou objetos (por que não?) o mais legal e interessante possível. Vejo isso quase como um prêmio.

Hoje falta exatamente um mês para a minha formatura, espero me tornar um comunicador social (se tenho ou não vocação para a coisa, eu ainda estou descobrindo). Posso dizer que vi muita coisa mudar nesse tempo, mas no início a velocidade em que as coisas evoluíam era assustadora para mim, porém acabei aprendendo a administra o nervosismo e o entusiasmo, acredito que só isso já tenha feito valer os quatro anos de estudo. Nesse tempo de evolução eu vi milhares de definições e visões diferentes sobre a propaganda, além de acreditar 100% que a propaganda está mais para um lado abstrato do que para algo tangível. Mas esses dias conversando com a minha vó eu tentei explicar como era o meu dia-a-dia na agência e como eu trabalhava. O mais próximo que eu cheguei de uma explicação concreta foi dizer que eu trabalhava com o velho comercial de TV, foi quando minha vó abriu um sorriso e disse: Ah! Entendi.

Add comment 5 05UTC novembro 05UTC 2009

Zach Galifianakis – Can’t Tell Me Nothing

Essa é uma homenagem ao cara mais legal do ano de 2009.

Liberta DJ!

 

Add comment 28 28UTC outubro 28UTC 2009

A inutilidade é útil

A banda Dead Man’s Bones lançou um clipe novo bem interessante, onde a direção ficou por conta da banda mesmo:

Achei bem legal a estética do clipe, mas o que mais me intrigou foi a máquina que é guiada por um osso. Acabei indo atrás para saber quem é responsável por esta parafernália, foi então que cheguei até Arthur Ganson . Pesquisando sobre o Arthur eu descobri que a construção dessa máquina vai mais além. Na verdade os artistas que desenvolvem essa produção são chamados de engenheiros e constroem essas máquinas que muitas vezes não possuem uma finalidade visível ou importante, pois estes artista/engenheiros pensam apenas no processo de construção, ou seja, o importante não é construir a máquina em si, mas sim construir ferramentas que possibilitem fazer com que os projetos chegam ao final. A lógica é bem interessante e a justificativa é melhor ainda, Arthur diz que essas ferramentas vão ajudar na construção de outras máquinas. Com isso ele deixa claro que essas construções serão infinitas, pois quanto mais ele constrói mais ele se aprimora.

Achei uma palestra do Arthur Ganson, onde ele fala um pouco sobre esse processo criativo:

Acho legal ver que, quase sempre, os nossos trabalhos e vidas exigem um foco que se justifica de acordo com um objetivo. Em contra partida chega a ser chocante quando alguém mostra que podemos ter bons resultados se nos importarmos mais com as possibilidades de aprendizagem durante o processo e não com o seu fim. Infelizmente vivemos em uma sociedade mensurada por resultados, mas este é um outro assunto.

Continuando…

Uma das coisas mais legais e intrigantes, foi ver que os objetos não possuíam funcionalidade aparente, que pode ser chocante quando relacionamos com a usabilidade que a nossa sociedade nos proporcionou nos últimos tempos, mas essa falta de funcionalidade me fez refletir sobre a quantidade de produtos sem função que esta mesma sociedade produziu. Quem ainda não esbarrou com o Google Wave? A maioria dos produtos que nós recebemos de braços abertos hoje são, na maior parte das vezes, produto sem função inicial. Agora, por que eu fico tão chocado com estas máquinas e não me choco com isso?

Add comment 27 27UTC outubro 27UTC 2009

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